Ele ou ela?

Quando você opta por ter um pet em casa, uma das primeiras dúvidas que surgem é se o novo integrante será um macho ou uma fêmea. Normalmente, a sua decisão está vinculada há alguma crença, como por exemplo, a ideia de que os machos são melhores cães de guarda do que as fêmeas. Porém, vamos citar alguns comportamentos de cada gênero para que você faça a melhor escolha.

Vamos às fêmeas? Elas são mais independentes do que os machos, agindo de forma mais ativa para solucionar problemas ou momentos inesperados. São mais controladoras e podem responder agressivamente quando se sentem ameaçadas. A partir do primeiro ano de vida, as não castradas entram no cio a cada seis meses, e isso provoca uma série de mudanças de humor e agitação exagerada. Ao contrário da crença, elas podem ser extremamente corajosas, lutando para proteger seus donos e suas crias.

E os machos? Eles são mais carinhosos e tendem a buscar mais carinho e atenção de seus donos. Ao passar da idade, permanecem bem mais animados do que elas, as quais ficam mais reservadas conforme envelhecem. A marcação de território por meio do xixi em diversos lugares é muito comum nos cães não castrados e, pelo mesmo fato, podem ser também agressivos. Mas, quando castrados, se saem um ótimo guarda, pois dão mais atenção ao seu território. São mais atraídos por recompensa e isso pode facilitar, e muito, no adestramento.

Apesar da sua escolha, seja macho ou fêmea, não podemos nos esquecer de que ambos precisam de espaço adequado para brincar e dormir, além de se submeterem aos cuidados de higiene, vacinação e vermifugação. Gênero não define tamanho do amor! A fofurice mora dentro do coração de cada um deles!